Gosto de pensar que a confiança, vem do tempo.
Que o tempo, faz com que você reconheça. Sim, REconheça as pessoas. Conhecer as pessoas é apenas saber o nome e idade. Você conhece; sabe quem é. Mas reconhecer é saber quem ela é além de sua identidade externa. A verdadeira identidade. E o tempo faz com que o reconhecimento gere confiança.
Mas como consegui-la, já é uma questão pessoal. Algumas pessoas conseguem confiança sem o tempo, outras com, realmente, muito tempo. Outra que realmente só confiam em uma pessoa e não deseja adicionar nenhuma pequena lista de à quem confiar. Não acho errado confiar nas pessoas ao alvorecer da amizade - mesmo que eu não o faça -, é uma questão de instinto. Ou "sexto sentindo", como alguns preferem. É uma questão que inclui sorte, destino, instinto e etc...
Há também várias maneiras de se confiar. Na verdade, não sei se chamo de "maneiras" ou "significados". Quer dizer, cada um distingue confiança de uma maneira diferente. Alguns distinguem que é a liberdade de contar segredos sem que eles vazem publicamente; que é o alívio de poder ser a pessoa quem você quer e é, e não parece para outros; que é quem você simplesmente gosta de passar o tempo com a certeza de que está bem-acompanhado(a).
E pode ver que na sentença "Eu confio em você", pode-se encaixar todos estes significados.
Gosto de pensar assim: a confiança é um dos subconjuntos de amizade. Ou de amor. Ou de ambos.



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